2023-02-07T00:00:00+00:00
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Sobre o projeto

Entropia é a medida da quantidade de energia cinética que não é convertida em trabalho, que dita a desordem de um sistema, bem como a sua imprevisibilidade. Aumentar a desordem, ou seja, a entropia de um sistema termodinâmico significa, de forma similar, dar-lhe condições para que haja um maior número de microestados acessíveis às partículas que o compõem.

​Será a entropia vista só como perda e caos? Ou poderemos encontrar um espaço de resiliência e da possibilidade de gerar microestados de imprevisibilidade que voltem a gerar vida?

Este é o ponto de partida para a dupla de bailarinos e coreógrafos Marina Nabais e Ricardo Machado que se encontram a realizar uma residência artística na Mina de São Domingos (setembro a dezembro deste ano), com ensaios nos quais a comunidade poderá participar. Durante este período, os dois artistas irão preparar uma nova criação de dança, a ser interpretada juntamente com elementos da comunidade, numa ampla janela de tempo e onde a sensação de pertença e orgulho se alie à exploração de novas formas de expressão corporal.

Datas e horários
15 e 16 de dezembro de 2022 | 21h00 às 22h30
17 de dezembro de 2022 | 18h00 às 19h30

Local
Espetáculo | Cine Teatro da Mina de São Domingos, Mértola

Informações e inscrições para participar nos ensaios producao.malacate@cepatorta.org | +351 924 744 056

Mais sobre Entropia

 

Sobre os artistas

Marina Nabais Nasceu em Luanda, viveu no Rio de Janeiro, e em Amesterdão. Reside atualmente em Lisboa, onde desenvolve o seu trabalho artístico e pedagógico. Mestre em Artes Performativas – Teatro do Movimento, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa (2011/2013). Fez o Bacharelato na Escola Superior de Dança de Lisboa, no ramo de espetáculo (1992/1995) e um pós-graduação na School For New Dance Development em Amesterdão (1995/97). Tem o Curso de Dança na Comunidade do Fórum Dança de Lisboa (2006).
Em Dezembro de 2013, nasce Marina Nabais Dança, associação cultural, onde começa a desenvolver o seu projeto artístico em nome próprio, incluindo colaboradores de outras áreas artísticas e parcerias com diversas instituições.
Como intérprete tem trabalhado nas áreas de dança, teatro e vídeo com Francisco Pedro, Grupo de Dança de Almada, António Tavares, Nigel Charnock, Peter Michael-Dietz, Sofia Neuparth, Paula Varanda, Ana Borges, Eléonore Didier, Teatro “O Bando”, Luís Castro, Lúcia Sigalho, Rogério Nuno Costa, Gonçalo C. Luz, Jeanne Waltz, Nuno Tudela, Aldara Bizarro e Stephan Jurgens.
Desenvolve paralelamente um trabalho pedagógico, de formação para profissionais e não profissionais na área da dança, abrangendo diferentes faixas etárias e públicos diversificados. Colaborações: Companhia de Dança de Almada; AMDA (Mértola), Lugar Presente (Viseu), Teatro Universitário do Minho (Braga), Fórum Dança (Lisboa), O Teatrão (Coimbra), Teatro Maria Matos (Lisboa), Museu do Douro (Peso da Régua), Teatro Viriato (Viseu), ArtemRede (vários locais), Conservatório Nacional de Lisboa.

Ricardo Machado Coreógrafo e intérprete regular em múltiplos contextos das artes performativas contemporâneas, integrando habitualmente núcleos de pesquisa transdisciplinares em regime de cocriação artística.
Trabalhou como intérprete e cocriador com diversos coreógrafos e encenadores, tais como Aldara Bizarro, Né Barros, Moncho Rodriguez, Victor Hugo Pontes, Rui Lopes Graça, Kurt Demey, Marielle Morales, Olga Roriz, Karine Ponties, Anna Réti, Ido Batash, Madalena Victorino, Circolando, Luiz Antunes, São Castro, António Cabrita, Roberto Olivan, Hotel Europa, entre outros.
O grande motor da sua presença artística é, invariavelmente, o movimento, e a sua área de criação, a dança – em situações formais puras (a sala de teatro), mas também nas que são ditadas pelo próprio espaço e contexto da criação. A sua afeição temática mais recorrente é a de um questionamento do modo de estar performativo e do lugar da audiência.
“Como pedras fora do chão”, cocriado com Pedro Salvador; “REI-SOL”; “L’après-midi d’un sportif”; “Point of You”, cocriado com Anna Réti; “Ponto Ómega”, cocriado com Madalena Victorino; “Take a Stand”, cocriado com Clara Antunes e “MARKULUS” dão nome às primeiras propostas que assinou.
www.ricardomachado.art